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IFF - INSTITUTO FERNANDES FIGUEIRA - 2016

Na abordagem das mulheres com diagnóstico citopatológico de Lesão Intraepitelial de Alto Grau (HSIL), uma estratégia vantajosa adotada no Brasil é denominada ver e tratar. Ela consiste na realização do diagnóstico e do tratamento em uma única visita, realizado em nível ambulatorial, por meio de Exérese da Zona de Transformação (EZT), sob visão colposcópica e anestesia local. Comparado à abordagem com biópsia prévia, o método ver e tratar foi considerado viável e com boa aceitabilidade, além de reduzir o tempo entre a captação e o tratamento. Com base nas Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero, marque a opção CORRETA.

A

Nas mulheres com mais de 30 anos de idade, duas colpocitologias compatíveis com ASC-US no intervalo de 6 meses, está indicada a colposcopia. Caso o aspecto colposcópico seja de baixo grau, devemos prosseguir com o método ver e tratar para resolução mais rápida do quadro, evitando, assim, sua progressão.

B

Nos casos em que o ver e tratar estiver indicado, mas não for possível em ambiente ambulatorial, a biópsia de colo não é recomendada e a paciente deve ser encaminhada para unidade hospitalar para procedimento excisional em centro cirúrgico.

C

A Exérese da Zona de Transformação pode ser feita ambulatorialmente para o tratamento de lesões pré-invasivas quando a zona de transformação está completamente visível e situada na ectocérvice, ou quando a junção escamocolunar estiver localizada até 3 cm no canal endocervical.

D

Nas mulheres com suspeita de câncer invasor de colo de útero durante a colposcopia o método ver e tratar deve ser oferecido à paciente, dado o risco de progressão da doença durante a espera do resultado da biópsia.

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