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PUC - PR - ALIANÇA SAÚDE - 2017
Sobre as situações relacionadas ao “A” do protocolo do ATLS®, que versa sobre o atendimento das vias aéreas com controle da coluna cervical, assinale a alternativa CORRETA.
O deslocamento anterior da ponta da língua por diminuição do nível de consciência pode ocasionar a obstrução das vias aéreas de um paciente em decúbito dorsal e pode estar relacionado a traumatismo cranioencefálico e intoxicação exógena.
Quando um paciente politraumatizado estiver falando com voz clara, porém agitado, cianótico, com tiragem e taquipneia, antes de indicar prontamente a intubação, deve-se excluir o comprometimento ventilatório e fazer um exame físico torácico (B do protocolo do ATLS®).
Os hematomas cervicais expansivos são situações que podem rapidamente obstruir a via aérea do paciente. Nesses casos há a necessidade de apoio cirúrgico na sala de emergência para rápida descompressão do hematoma por meio de incisão local, algumas vezes seguida de cricotireoidostomia cirúrgica.
No trauma os pacientes usualmente não se apresentam em jejum e o risco de broncoaspiração durante a intubação orotraqueal após a sedação é alto. Uma opção para evitar a broncoaspiração é a manobra de SELLICK que é uma compressão sobre a cartilagem tireoide, com o objetivo de impedir o refluxo do conteúdo digestivo para a faringe.
Quando um paciente chega à sala de emergência já intubado do pré-hospitalar, considera-se que a via aérea está pérvia e deve-se o mais brevemente possível conectar o tubo endotraqueal ao respirador disponível e iniciar seu atendimento já na avaliação do “B” (ventilação).