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UNIRIO - UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - 2019
Paciente, G1 P0, IG: 37 semanas e 4 dias, procurou a emergência do Hospital Universitário Grafrée e Guinle com diagnóstico de dor no baixo ventre. No cartão do pré-natal constava que a paciente era HIV + em tratamento com antirretroviral. A última carga viral colhida com 34 semanas, ainda não estava com o resultado disponível. Não tem história de outras intercorrências durante o pré-natal. Ao exame apresentava PA:120x70 mmHg, FU:35cm, bcf:138 bom, Tônus uterino normal, metrossístoles: 2/ 10', ao toque apresentava colo em centralização, 80% apagado, dilatado 2 cm, apresentação cefálica, bolsa íntegra. A conduta correta nesse caso é:
Iniciar aceleração do parto com ocitocina e realizar AZT dose de ataque (2mg/kg/h) seguido por manutenção até a hora do parto.
Realizar cesariana sem necessidade de profilaxia com AZT, pois a paciente faz tratamento regular com antirretroviral.
Realização de cesariana após início de AZT dose de ataque (2mg/kg/h) seguida por 2 horas de dose de manutenção (1mg/kg/h).
Iniciar indução do parto com misoprostol sem necessidade de profilaxia com AZT, abreviando o período expulsivo com auxílio de fórcipe, se possível.
Internar e aguardar por 24h a evolução natural do trabalho de parto, sem intervenções.