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UNIMED - RJ - HOSPITAL UNIMED RIO - 2022

M.C.S., 30 anos comparece para consulta queixando-se de disúria, desconforto vulvar, prurido vestibular, fluxo vaginal branco iniciado no período pós-menstrual e após a atividade sexual com o novo parceiro. Ciclos regulares. Contraceptivo em uso: método de barreira (camisinha masculina). Ao exame lábios, clitóris de aspecto normal, trófica e sem lesões, vestíbulo hiperemiado, com edema e eritema exulcerações lineares, vagina trófica, hiperemiada, com fluxo vaginal branco grumoso aderente as paredes vaginais, muco cervical de fluido e aspecto normal. PH vaginal de 4.0, teste de aminas negativo. O exame microscópico a fresco em solução salina, demonstrava aumento de células inflamatórias. Podemos afirmar que:

A

A Infecção fungo é a causa mais provável, tem como agente causador principal a Candida albicans, devendo ser tratada com Fluconazol 150 mg em dose única oral.

B

A vaginose bacteriana é a síndrome clínica polimicrobiana mais provável, resultante da substituição dos lactobacilos normais da vagina, produtores de H2O2, por altas concentrações de bactérias anaeróbias, e tem como agente causador principal a Gardnerella vaginalis, devendo ser tratada com metronidazol oral ou tópico.

C

A Infecção por protozoário é a causa mais provável, onde o prurido e causado por altas concentrações de flagelados, cujo principal agente é o Trichomonas vaginalis, devendo ser tratada com metronidazol oral e tópico.

D

A causa mais provável desta colpite é desconhecida porém observa-se redução de lactobacilos normais da vagina e substituição por cocos gram-positivos, devendo ser tratada com agentes alcalinizantes como fluconazol 150mg em dose única oral.

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