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FMJ - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE JUNDIAÍ - 2014

Agenor tem 60 anos, aposentado por tempo de serviço na metalurgia, indignado com o que chama de “mazelas na saúde”, candidata-se e consegue ser eleito como Conselheiro para o Conselho Municipal de Saúde de sua cidade. Empolgado, começa a frequentar as Unidades de Atenção Básica. Percebe que num bairro afastado da periferia da cidade, a única Unidade de Saúde da Família era insuficiente para atender a população, com grandes filas. Muitos reclamavam e até brigavam, por receberem informações de que “não eram daquela área” e que deveriam buscar o “posto do outro lado do bairro”, uma Unidade Básica de Saúde. Usando seu poder como Conselheiro, obrigava o enfermeiro a garantir o agendamento de consulta ou mesmo exigir que o médico atendesse pacientes de imediato. Não sabia que no plano plurianual do município, estavam previstos recursos para implantação de mais duas unidades de saúde e que essa construção fora indicada como diretriz política na Conferência Municipal de Saúde, havia dois anos, para aquele bairro. Com relação à atitude de Agenor:

A

como Conselheiro, cumpre seu papel, facilitando o acesso dos usuários.

B

aparentemente não tem conhecimento sobre as formas de controle social, mas acerta por intuição.

C

desconsidera as atribuições executivas da Secretaria Municipal de Saúde, interferindo inadequadamente no andamento das atividades da Unidade de Saúde da Família.

D

deveria exigir do Prefeito que todas as pessoas do bairro tivessem acesso àquela Unidade de Saúde da Família.

E

acerta na garantia de agendamento de consultas aos moradores do bairro, mas não pode obrigar que o médico faça atendimento de imediato.

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