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A diferenciação da genitália externa feminina é um processo passivo, determinado pela ausência da estimulação androgênica. Levando em consideração os acontecimentos no processo embriológico do trato genital inferior, assinale a alternativa CORRETA.
Até a 12º semana, a genitália externa é comum aos dois sexos e só a partir desse período é que se desenvolverá em masculina ou feminina, de acordo com a presença ou ausência de andrógenos.
Como ocorre na diferenciação da genitália interna, a diferenciação da genitália externa depende de altas concentrações de testosterona ligada que é a forma ativa nos receptores específicos.
No sexo feminino, o clitóris, os pequenos e os grandes lábios são originados a partir de estruturas embriológicas denominadas de tubérculo genital, pregas urogenitais e pregas labioescrotais, respectivamente.
A diferenciação da genitália feminina é totalmente completada em torno da 15º semana, com a finalização do canal vaginal, quando o seio urogenital se encontra com a fusão e absorção dos ductos de Wollf.
A membrana himenal é formada pela junção do terço inferior da vagina com o introito, coincidindo com o plano que concorda com o corpo perineal e o ângulo subpúbico