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AMP - PR - ASSOCIAÇÃO MÉDICA DO PARANÁ - 2025
Paciente gestante, 34 anos, G2C1, 31 semanas de idade gestacional. Em consulta de pré-natal de risco habitual, queixou-se de dispneia e desconforto abdominal, especialmente na posição supina, há 1 semana. Nega febre ou sintomas gripais. Refere movimentação fetal presente. Ao exame, apresenta PA = 110/76 mmHg, altura uterina de 35 cm, dinâmica uterina ausente e frequência cardíaca fetal de 146 bpm. Ultrassonografia morfológica de segundo trimestre normal. Ecocardiografia realizada com 26 semanas dentro dos limites da normalidade. TOTG 75 g realizado com 28 semanas teve resultado 83–153–120 mg/dl em jejum, 1 hora e 2 horas pós-sobrecarga, respectivamente. Ultrassonografia obstétrica realizada há 2 dias apresenta feto único, cefálico, dorso à esquerda, batimentos cardíacos fetais presentes, placenta anterior 30 mm de espessura, homogênea, índice de líquido amniótico 347 mm. A partir do enunciado apresentado, assinale a única alternativa correta.
Deve-se evitar o uso de indometacina nessas gestantes, sob o risco de aumento de produção do líquido amniótico.
Diante do diagnóstico de polidrâmnio, deve-se proceder investigação genética fetal através de amniocentese dirigida.
Devido ao diagnóstico de diabetes mellitus gestacional, deve-se proceder à amniodrenagem e controle rigoroso da glicemia capilar.
A resolução da gestação por via alta é indicada com 37 semanas, devido ao risco aumentado de hemorragia puerperal em gestantes com polidrâmnio.
A amniodrenagem terapêutica é indicada com o objetivo de alívio dos sintomas causados pelo polidrâmnio, que tende a se refazer a despeito de sua etiologia.