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SANARFLIX - 2025
Um homem de 67 anos, ex-tabagista com história de bronquite crônica e exacerbações frequentes da DPOC, comparece à consulta ambulatorial queixando-se de tosse produtiva persistente, especialmente nas primeiras horas da manhã. Relata dificuldade em expectorar o escarro, que é espesso e amarelado. Apesar do uso regular de broncodilatadores e corticoides inalatórios, ele afirma que a tosse interfere significativamente em sua qualidade de vida. O médico decide associar uma medicação mucoativa ao tratamento atual, com o objetivo de melhorar a fluidez das secreções e facilitar sua eliminação.
Considerando o perfil clínico e farmacológico do paciente, qual das opções abaixo representa o mecanismo de ação mais apropriado e a escolha terapêutica mais indicada neste caso?
Bromexina, por atuar diretamente sobre os receptores β2-adrenérgicos das vias aéreas, promovendo broncodilatação e inibição reflexa da tosse.
Hedera helix (extrato de hera), por agir como antitussígeno central, inibindo o centro da tosse no bulbo, sendo eficaz em tosse produtiva.
Codeína, por seu potente efeito antitussígeno central mediado por receptores opioides μ, sendo indicada para tosse com produção significativa de muco.
N-acetilcisteína (NAC), por sua capacidade de romper pontes dissulfeto das glicoproteínas do muco, reduzindo sua viscosidade e favorecendo a depuração mucociliar.
Dextrometorfano, por ser um derivado morfínico com efeito expectorante e ação direta sobre os receptores colinérgicos M3 da musculatura brônquica.