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IAMSPE - INSTITUTO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA AO SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL - 2026

Paciente de 25 anos, sem comorbidades, gestante de 8 semanas, na sua primeira consulta de pré-natal relata ao seu obstetra estar preocupada com o risco de hipertensão gestacional, visto que sua mãe teve pré-eclampsia na gravidez de sua irmã. Para melhor avaliar o risco de desenvolvimento de pré-eclampsia durante a gravidez, seu obstetra utiliza uma combinação de parâmetros maternos, segundo 0 modelo de predição de desenvolvimento de pré-eclampsia da Fetal Medicine Foundation (FMF) e, após análise dos exames colhidos na 12ª semana de gravidez, opta por prescrever AAS, início imediato, devendo ela manter a medicação até 36 semanas. Sobre o algoritmo proposto pela FMF, referendado pela Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO), inclusive para uso no Brasil, podemos afirmar que:

A

O algoritmo proposto inclui dosagem de homocisteína no plasma materno, colhido entre 11 e 13 semanas de gestação.

B

A história da mãe da paciente não é fator significativo no cálculo do risco, segundo o algoritmo utilizado.

C

A velocidade da artéria cerebral média na dopplervelocimetria fetal no primeiro trimestre é fator determinante no cálculo de risco proposto.

D

Quando o risco calculado é superior a 1:100 a gestante é considerada de alto risco para desenvolvimento de pré-eclampsia, sendo indicado uso de AAS, conforme prescrito pelo obstetra.

E

Frente a resultado de alto risco para desenvolvimento de pré-eclampsia, a medicação de escolha a ser prescrita é a heparina de baixo peso molecular, sendo contraindicado o uso do AAS durante a gravidez.

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