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HEVV - HOSPITAL EVANGÉLICO DE VILA VELHA - 2017
O câncer de pâncreas continua sendo uma neoplasia de altíssima mortalidade em que o tratamento cirúrgico permanece como a única chance de cura. A duodenopancreatectomia cefálica consiste na ressecção em bloco da cabeça pancreática, arco duodenal, via biliar distal incluindo a vesícula biliar com ou sem preservação antropilórica. Em relação a esta cirurgia pode-se afirmar, EXCETO:
Está indicada em casos de tumores cefálicos (de pâncreas) benignos ou malignos, tumores da via biliar distal (coledocianos), ampulares e duodenais.
Dentre as vias de acesso pode-se utilizar a incisão mediana ou subcostal à esquerda.
Antes de se iniciar a reconstrução com anastomose pancreático-jejunal tem que se avaliar a vascularização jejunal, hemostasia adequada do leito do pâncreas e permeabilidade do ducto de Wirsung.
A utilização de dreno flexível e multiperfurado posterior a anastomose pancreático-jejunal é recomendada para diminuir o risco de abscesso em caso de fístula anastomótica.
Fístulas de baixo débito adequadamente drenadas não devem ser tratadas de forma conservadora (não operatória) devido ao risco de sepse precoce.