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AMP - PR - ASSOCIAÇÃO MÉDICA DO PARANÁ - 2025
Mulher, 22 anos, previamente hígida, procura consulta por conta de "inchaço". Percebeu a alteração nas últimas semanas. Nega diarreia, perda ponderal, dispepsia ou mesmo estar realizando dieta. Ao exame físico, percebe-se edema mole, perceptível em face, MMII e um pouco em dorso. Ausculta torácica mostra MV reduzido em bases. Tireoide impalpável. Sem turgidez jugular. Abdome sem vísceras palpáveis. FC: 70 bpm, FR: 16 mrpm, T: 36,5°C, PA: 110 × 80 mmHg. Nega abuso de álcool ou uso de tabaco. História familiar sem relato de comorbidades relevantes. Exames complementares evidenciam TSH: 7,1 mUI/L (normal: 0,4–4,0), T4 livre: 1,2 ng/dl (normal: 0,8–1,8), ureia e creatinina normais, albumina sérica: 2,1 g/dl (normal: 3,5–5,5), RNI: 0,9 (TAP normal), bilirrubinas normais. Parcial de urina com densidade 1015, PH: 6,0, proteínas +++. Colesterol total, LDL e triglicerídeos elevados. Ultrassonografia de abdome apenas evidencia pequena quantidade de líquido livre na cavidade abdominal. Baseado no caso e na provável causa da síndrome edemigênica, assinale a alternativa correta.
É essencial ecocardiografia para confirmação da mais provável causa da síndrome edemigênica.
Apesar da ultrassonografia não sugerir, essencial triar hepatites como potencial causa do quadro.
Para detecção da etiologia primária da causa, deverá ser indicada biópsia do órgão acometido.
Deve ser dosado T3 e T4 total para iniciar adequado tratamento da causa da síndrome edemigênica.
Os exames e dados clínicos disponíveis permitem confirmação diagnóstica da causa do edema generalizado.