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HECI - HOSPITAL EVANGÉLICO DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM - 2025
Laura, paciente de 7 anos, dá entrada em setor de urgência de hospital terciário, acompanhada pela mãe. A paciente relata cefaleia holocraniana constrictiva e vômitos, apresentando-se tristonha e desanimada. Sua mãe refere que os sintomas se iniciaram há cerca de 3 dias, e que nota que a criança está com barriga, braços e pernas "inchados", notando que suas roupas estão mais apertadas. Refere que a criança tem urinado pouco, e que a urina está "mais escura". Nega febre. Não utilizou medicações. Aponta que Laura é uma criança saudável, mas que há cerca de duas semanas queixou-se de de ̃dor de garganta ̃, a qual cessou antes que Laura fosse levada ao médico. Ao exame físico, o emergencista notou crepitações difusas esparsas à ausculta. A frequência respiratória era de 32 incursões por minuto, com saturação de 90%. A frequência cardíaca inicialmente era de 70 batimentos por minuto, sem sopros. A pressão arterial era de 145/88 mmHg. A paciente apresentava edema periorbital, de abdome e de membros inferiores. Sua temperatura era de 36,7 °C. Sobre o quadro acima citado, assinale a alternativa CORRETA:
Pensando-se na causa mais prevalente associada à principal hipótese para o caso, o emergencista deve considerar a dosagem de antiestreptolisina O e a administração de dose única de penicilina benzatina.
O uso de albumina deve ser considerado como terapêutica inicial no caso, e a associação com furosemida é necessariamente prejudicial ao paciente.
A urgência hipertensiva associada ao caso provavelmente se deve a síndrome nefrótica, sendo indicado o uso de metildopa para o seu controle.
O uso de bloqueador de canal de cálcio está proscrito nesse tipo de situação.