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SANARFLIX - 2025
Uma mulher de 57 anos com histórico de rinossinusite crônica com pólipos nasais relata uso irregular de mometasona nasal por apresentar episódios de epistaxe e sensação de ardência. Em consulta, o médico discute alternativas terapêuticas e considera um fármaco com efeito anti-histamínico e também estabilizador de mastócitos, que possa ser usado de forma contínua e com menor risco sistêmico.
Com base na farmacodinâmica e nas propriedades dos agentes disponíveis, qual fármaco representa a melhor escolha para essa paciente?
Azelastina, por atuar como antagonista H1 e inibir a liberação de mediadores pró-inflamatórios nos mastócitos, sendo eficaz no controle de sintomas nasais agudos e crônicos.
Oximetazolina, por seu potente efeito vasoconstritor prolongado, que reduz a congestão e o risco de formação de pólipos nasossinusais.
Desloratadina, por ser um anti-H1 de segunda geração, com ação central mínima, capaz de reduzir a degranulação mastocitária e induzir apoptose de eosinófilos.
Budesonida, pela sua elevada biodisponibilidade oral e efeito sistêmico prolongado, ideal para controle de inflamações refratárias.
Pseudoefedrina, por atuar como agonista adrenérgico misto, promovendo melhora funcional da mucosa nasal e reversão do remodelamento epitelial.