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HASP - HOSPITAL DA AERONÁUTICA DE SÃO PAULO - 2025
Uma mulher de 34 anos, com diagnóstico de asma desde a adolescência, comparece à consulta ambulatorial para revisão de seu tratamento. Ela relata sintomas diários de tosse, dispneia e chiado no peito, principalmente à noite e nas primeiras horas da manhã. Tem usado o broncodilatador de resgate (salbutamol) quase todos os dias e acorda 2 a 3 vezes por semana devido à falta de ar. Nega internações recentes, mas afirma que os sintomas têm piorado nos últimos meses. Exames laboratoriais mostram eosinófilos no hemograma de 500 células/µL (valor de referência: 30-350 células/µL) e pico de fluxo expiratório (PEF) de 60% do previsto para sua idade e altura. Com base no quadro clínico e laboratorial, assinale a alternativa que indica a melhor estratégia para o manejo ambulatorial desse paciente:
Manter o tratamento com broncodilatador de curta duração (salbutamol) em uso contínuo.
Iniciar corticosteroide inalatório em dose baixa associado a um beta2-agonista de longa duração (LABA).
Aumentar a dose do broncodilatador de curta duração e aguardar melhora dos sintomas.
Introduzir corticoterapia oral e recomendar repouso absoluto até estabilização dos sintomas.