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Um paciente de 72 anos de idade, hipertenso e diabético insulinodependente, com doença renal crônica, foi internado com dispneia e tosse, de início há 04 dias, frequência respiratória aumentada e saturação de 86%. Já à admissão foi realizado teste rápido para Covid-19, com resultado positivo. Durante a internação, evoluiu com piora e foi necessária intubação orotraqueal e encaminhamento à UTI. Após três meses de internação em leito de unidade de terapia intensiva (UTI), o paciente se mantinha com necessidade de ventilação mecânica contínua (acoplada à traqueostomia), com períodos de melhora e de piora clínica, em uso de meropenem, gentamicina e vancomicina para tratamento de uma pneumonia bacteriana associada à ventilação mecânica. Após mais de 3 meses de internação, evoluiu com uma parada cardiorrespiratória. Na UTI, havia um médico diarista que acompanhou o paciente durante todo o período internado, porém a morte ocorreu no período noturno, quando se encontrava somente o médico plantonista, que estava em seu primeiro plantão. Em relação ao preenchimento da declaração de óbito, assinale a alternativa que evidencia a conduta mais adequada.
O médico plantonista deve aguardar que o médico diarista chegue pela manhã para que seja preenchida a declaração de óbito.
O médico plantonista deve preencher a declaração de óbito e assinalar a opção "médico assistente", entre as opções de quem preencheu a declaração, uma vez que ele era o médico assistente no momento da morte.
Embora já tenham se passado meses desde o diagnóstico, a causa base deverá ser preenchida como sendo Covid-19.
A causa imediata deverá ser preenchida como parada cardiorrespiratória.
A causa básica deverá ser a diabetes insulinodependente, por ser a pior comorbidade do paciente antes da internação.