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SANARFLIX - 2025
Um homem de 35 anos, previamente hígido, é admitido no pronto-socorro após sofrer um corte profundo no antebraço durante uma atividade doméstica. O sangramento foi abundante inicialmente, mas diminuiu progressivamente, apesar da ausência de curativo compressivo eficaz. Durante a avaliação, o médico explica ao residente os mecanismos que impediram a hemorragia massiva. Observa-se que a lesão desencadeou uma série de eventos fisiológicos coordenados, que culminaram na formação de um tampão hemostático estável.
Com nos conhecimentos dos mecanismos moleculares envolvidos na hemostasia, qual das alternativas descreve corretamente uma característica essencial da transição entre a hemostasia primária e a formação do coágulo estável?
A ativação plaquetária depende exclusivamente da vasoconstrição induzida por serotonina e endotelina-1, sem necessidade de exposição ao colágeno subendotelial.
A formação do tampão hemostático primário ocorre após a conversão da fibrina em fibrinogênio, promovida pela trombina, garantindo a estabilização do coágulo.
O principal fator responsável pela adesão plaquetária na fase inicial da hemostasia secundária é o fator tecidual, liberado pelas plaquetas ativadas no local da lesão.
A transição para a hemostasia secundária é marcada pela ativação da cascata de coagulação, onde a trombina converte o fibrinogênio solúvel em fibrina insolúvel, que estabiliza o tampão plaquetário.
A agregação plaquetária é irreversível desde o início do processo hemostático, e não há alterações estruturais significativas entre a hemostasia primária e a formação do coágulo final.