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UFES - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CASSIANO ANTÔNIO DE MORAES - 2012
Paciente feminina, 35 anos, passado de asma brônquica. Foi admitida na emergência com dispneia e sibilos difusos. Ao exame físico: frequência respiratória = 40 rpm, frequência cardíaca = 120 bpm, lúcida e orientada, mas com dificuldade de falar. SpO2 = 90% sob uso de máscara com oxigênio 10 L/min. As seguintes opções terapêuticas são apropriadas para essa paciente, exceto:
Os beta-adrenérgicos de curta duração são os medicamentos de escolha para o tratamento das exacerbações, sendo a via inalatória a primeira opção.
Corticosteroide deverá ser utilizado na crise aguda, por ser efetivo em reduzir a inflamação das vias aéreas.
Deve-se evitar a associação de anticolinérgico (brometo de ipratrópio) ao beta-adrenérgico nessa paciente, pela possibilidade de piora na função pulmonar.
A aminofilina não deve ser utilizada rotineiramente, por ter efeito broncodilatador menos intenso em relação ao beta-adrenérgico e aumentar o risco de efeitos adversos, como tremores, náuseas e taquiarritmia.
O sulfato de magnésio pode ser utilizado nos pacientes asmáticos graves, na dose de 2 g em infusão lenta (10 a 15 minutos).