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AMP - PR - ASSOCIAÇÃO MÉDICA DO PARANÁ - 2025
O Programa Nacional de Imunizações por meio da Nota Técnica Conjunta nº 70/2024 alerta sobre o aumento global dos casos de coqueluche. Só no Paraná são 535 casos confirmados e 1 óbito divulgados no boletim da Secretaria de Estado da Saúde de 25/09/2024. A coqueluche é uma doença infecciosa aguda, de alta transmissão respiratória, de distribuição universal, imunoprevenível e de notificação compulsória. Com base nesta informação marque a única resposta correta.
A vacinação da coqueluche nos últimos anos também entrou no calendário vacinal das gestantes, com a vacina tríplice bacteriana acelular do adulto (dTpa, contendo toxoides contra o tétano e a difteria e componente pertussis acelular) idealmente entre 27 e 36 semanas e com intervalo de dez anos entre as doses.
A vacinação de tétano, difteria e coqueluche (dTpa) apenas é recomendada na gestação a fim de diminuir as taxas de mortalidade neonatal e infantil em situações especiais como casos de surtos ou epidemias.
O benefício da vacinação contra coqueluche ocorre na gestação pela passagem de anticorpos para o feto, portanto, antes da alta hospitalar, no puerpério, não é necessário checar a situação vacinal da mãe para coqueluche (dTpa).
A vacina tríplice bacteriana acelular é recomendada a partir de 20 semanas, também com o objetivo de oferecer imunidade passiva ao lactente contra a coqueluche.
Gestantes vacinadas com esquema completo com pelo menos 3 doses de vacina com componente tetânico, não precisam receber uma dose de dTpa a partir de 20 semanas de gestação.