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HAC - PR - HOSPITAL ANGELINA CARON - 2010
Na resposta endócrina e metabólica ao trauma, a magnitude da resposta é proporcional à magnitude do agente lesivo. As alterações se iniciam a partir da incisão cirúrgica e desencadeiam uma sequência de eventos endócrinos. Entre as respostas ao trauma, abaixo descritas, existe uma afirmativa que NÃO É VERDADEIRA. Assinale-a. Referência: MARGARIDO, N. F. Manual de Metabologia Cirúrgica. Editora Atheneu, 2009.
No período pós-operatório, ocorre a elevação de cortisol por 4 a 12 horas e em situações especiais, quando a agressão persiste por período maior, como nas queimaduras e infecções, esta elevação é mais prolongada.
As catecolaminas, epinefrina, adrenalina e noradrenalia aumentam no pós-operatório, permanecendo elevada por um período de até 48 horas nas cirurgias de grande porte.
Quando existem alterações da osmolaridade plasmática e da volemia com perdas superiores a 10%, a hipófise posterior secreta ADH (hormônio antidiurético) para reduzir ainda mais a perda de volume pela urina e ajudar a manter a volemia.
O efeito hipofisário-córtico-suprarrenal, com liberação de corticosteroides, induz os efeitos catabólicos e este cortisol mais a insulina induzem a produção de glicose.
A epinefrina em conjunto com opióides endógenos têm ações importantes como a broncodilatação, piloereção, aumento da frequência cardíaca, relaxamento esfincteriano e atonia intestinal pós-operatória.