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SANARFLIX - 2025
Jéssica, 22 anos, chega à emergência com dor pélvica intensa iniciada há 6 horas, náuseas e sudorese fria. Tem ciclos irregulares; último período há 7 semanas. Ao ser posicionada para o exame ginecológico, desencadeia crise súbita de pânico: taquicardia, hiperventilação, tremores, sensação de “morrer”, choro, incapacidade de manter as pernas na posição. Sinais vitais: PA 148×94 mmHg, FC 118 bpm, SatO₂ 98% em ar ambiente, T 36,8 °C. Beta-hCG e USG ainda não realizados. Considerando a necessidade de avaliar urgências (p.ex., gestação ectópica, torção anexial) e o quadro de crise de ansiedade, qual é a melhor abordagem imediata?
Reconhecer a crise de pânico, interromper momentaneamente o exame, realizar acolhimento, explicar cada etapa e obter consentimento; analgesia e, se necessário, ansiolítico de curta duração para possibilitar exame seguro e sequência diagnóstica.
Prosseguir rapidamente com o exame pélvico mesmo sem consentimento, priorizando o diagnóstico de emergência; se necessário, solicitar que a equipe contenha fisicamente a paciente.
Evitar exame pélvico, solicitar ultrassonografia transvaginal e liberar a paciente após analgesia, sem intervenções sobre a ansiedade.
Administrar opioide e antipsicótico IM para sedação “rápida”, realizar o exame pélvico de imediato e, em seguida, discutir diagnóstico.