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HEDA - HOSPITAL ESTADUAL DIRCEU ARCOVERDE - 2019

Homem de 60 anos de idade, diabético, hipetenso, dislipedêmico e obeso é encaminhado ao especialista para avaliação de hiperferritinemia, mas já sob orientação de realizar sangrias. O paciente refere ingerir ácool aos finais de semana, além de ter uma dieta sem restrições. Encontra-se assintomático. Ao exame físico, não apresneta estigmas de doença hepática crônica; pressão arterial de 150 x 100mmHg; IMC = 34kg/m²; circunferência abdominal de 111cm. Realizou os seguintes exames laboratoriais: Hb 16g/dL; HCT=48%; plaquetas= 230.000/mm³; AST = 120 U/L (N= 5-40 U/L); ALT= 167 U/L (N= 7-56 U/L); Ferritina=11200 ng/mL (N= 20-300); saturação de transferrina = 28%; anti-HCV não reagente; HBsAg não reagente. A conduta a ser indicada para esse paciente é:

A

tratar a síndrome metabólica e orientar a suspensão da ingesta etílica, não havendo necessidade de sangrias e/ou dieta pobre em ferro. Manter vigilância da ferritina e hepatograma.

B

indicar biópsia hepática ou RNM com quantificação de ferro hepático, devendo manter dieta pobre em ferro, mas só inciar sangria se for confirmada sobrecarga de ferro.

C

iniciar o programa de sangria, para reduzir nível de ferritina, orientar dieta pobre em ferro e solicitar pesquisa de mutação para hemocromatose hereditária. Mater vigilância com hepatograma.

D

orientar dieta pobre de ferro e solicitar biópsia hepática, RNM e pesquisa de mutação genética para hemocromatose. Não iniciar sangrias até definir se há sobrecarga de ferro hepático e hemocromatose hereditária.

E

nenhuma das afirmações anteriores estão corretas.

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