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Durante uma conferência sobre anomalias congênitas, um especialista em genética pediátrica discute o diagnóstico diferencial de malformações de cabeça e pescoço em recém-nascidos. Ele destaca a importância de reconhecer as estruturas que deveriam regredir ou se modificar durante o desenvolvimento embrionário, mas que, devido a falhas no processo, persistem e resultam em anomalias. Ele apresenta um caso de uma criança com uma massa lateral no pescoço, que foi diagnosticada como uma anomalia relacionada à persistência de estruturas branquiais. Para ilustrar a complexidade do diagnóstico e o amplo espectro de anomalias potenciais, ele pergunta aos participantes: São anomalias da formação da cabeça e pescoço oriundas de um ou mais arcos, fendas ou bolsas branquiais que persistiram anormalmente após o nascimento e devem ser consideradas no diagnóstico diferencial das anomalias congênitas de cabeça e pescoço em crianças. Assinale a alternativa que melhor descreve tais achados:

A

Cistos branquiais, que são remanescentes císticos que podem ser encontrados lateralmente ao longo do trajeto dos arcos faríngeos.

B

Atresia coanal, resultante da falha de canalização nas estruturas nasais embrionárias.

C

Hipoplasia mandibular, indicativa de desenvolvimento insuficiente do primeiro arco faríngeo.

D

Fístulas laringotraqueais, devido a uma separação incompleta entre o tubo laringotraqueal e o esôfago.

E

Hemangiomas capilares, que são proliferações vasculares benignas não relacionadas a estruturas branquiais.

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