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HUBFS/HUJBB - H.U. BETTINA FERRO DE SOUZA/JOÃO BARROS BARRETO - 2013
Criança com 6 anos de idade, sexo masculino, acompanhada da mãe que tem antecedente pessoal e familiar de asma, dá entrada em serviço de pronto atendimento com taquidispneia, sibilância, acianótica, consegue falar frases inteiras, saturação periférica de 92% em ar ambiente, ausência de cianose. Essa crise iniciou há 3 horas, mãe administrou até o momento apenas um “xarope para tosse à base de mel”. Tem antecedente de crises de sibilância anteriores desde 1 ano de idade. Apresenta melhora quando recebe nebulização na urgência com broncodilatadores e corticoide oral. Há 3 meses foi internada em unidade de terapia intensiva onde permaneceu por 10 dias pelo mesmo problema. Não faz acompanhamento na intercrise porque, segundo a mãe, a criança: “fica bem entre as crises, tosse um pouco duas noites por semana, mas não chega a cansar e a criança consegue dormir, as crises com falta de ar só ocorrem a cada 2 a 3 meses” (sic). Pai é fumante, cerca de 01 carteira por dia. Nesse caso, não é uma característica associada com aumento dos riscos de eventos adversos no futuro, segundo as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia de 2012 para manejo da Asma:
Mau controle clínico.
Exacerbações frequentes no último ano.
Admissão prévia em UTI.
Exposição à fumaça do tabaco.
Idade da criança.