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Uma paciente de 60 anos, com Diabetes Mellitus tipo 2 diagnosticado há 8 anos, apresenta histórico de controle glicêmico subótimo apesar do uso de metformina 850 mg 2x/dia. Ela não tem comorbidades relevantes além da diabetes, mas relata episódios recorrentes de infecções respiratórias superiores e leve desconforto abdominal. Durante a consulta, o médico decide adicionar um inibidor de DPP-4 para otimizar o controle glicêmico. A paciente questiona sobre as diferenças entre os inibidores dessa classe, pois já ouviu falar sobre diferentes opções de medicamentos no mercado.
Com base nesse caso, assinale a alternativa correta sobre as principais diferenças entre os fármacos inibidores da DPP-4:
A Sitagliptina tem uma meia-vida mais longa que a Linagliptina, o que justifica sua administração diária, enquanto a Linagliptina requer administração mais frequente, com dosagem duas vezes ao dia.
A Sitagliptina e a Saxagliptina devem ser evitadas em pacientes com história de insuficiência hepática, enquanto a Linagliptina pode ser usada sem ajuste de dose mesmo em pacientes com disfunção hepática.
A Linagliptina possui uma meia-vida mais curta que a Saxagliptina, sendo administrada duas vezes ao dia, enquanto a Saxagliptina é administrada uma vez ao dia.
A Saxagliptina tem um risco aumentado de efeitos colaterais respiratórios, como tosse persistente, em comparação com a Sitagliptina e a Linagliptina.
A Linagliptina é a única da classe que não necessita de ajuste de dose em pacientes com insuficiência renal moderada a grave, ao contrário da Sitagliptina e Saxagliptina, que exigem redução da dose nesses casos.