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Uma paciente de 48 anos com histórico de obesidade e diabetes mellitus tipo 2 está em consulta para revisão de tratamento. Apesar de seguir uma dieta controlada e fazer uso de metformina, ela apresenta níveis persistentemente elevados de glicose no sangue e aumento de marcadores inflamatórios. O médico explica que sua resistência à insulina é um fator chave que complica o controle glicêmico. Com base nos mecanismos celulares e moleculares que levam à resistência à insulina, qual das seguintes opções melhor explica como essa condição afeta o metabolismo energético em diferentes tecidos?

A

A resistência à insulina aumenta a atividade da proteína quinase B (Akt), promovendo a síntese de glicogênio no fígado e reduzindo a gliconeogênese.

B

A resistência à insulina aumenta a atividade da fosfatase de fosfoinositídeo (PTEN), promovendo a glicólise no fígado e aumentando a captação de glicose nas células adiposas.

C

A resistência à insulina resulta na ativação excessiva da via mTOR, levando à diminuição da síntese de proteínas e aumento da apoptose em células adiposas.

D

A resistência à insulina resulta na fosforilação excessiva de IRS-1 (substrato do receptor de insulina-1) em resíduos de serina, inibindo a via de sinalização da insulina e diminuindo a translocação do GLUT4 nos músculos.

E

A resistência à insulina causa hiperfosforilação da glicogênio sintase quinase-3 (GSK-3), o que aumenta a síntese de glicogênio no músculo e inibe a lipólise no tecido adiposo.

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