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Uma mulher de 43 anos, com histórico de glomerulonefrite membranoproliferativa em estágio terminal, é submetida a um transplante renal de doador falecido compatível por tipagem HLA. Nos primeiros dias, a função renal foi satisfatória, com diurese preservada e queda dos níveis de ureia e creatinina.
No 6º dia pós-operatório, ela evolui com elevação da creatinina sérica, oligúria e edema de membros inferiores. O exame físico revela sopro sistólico em região lombar e febre de 38,2 °C. O Doppler do enxerto mostra fluxo preservado, mas a biópsia renal indica infiltrado linfocitário peritubular e endotelial, edema intersticial e presença de células T CD8+ reativas.
Com base no quadro apresentado, qual é o tipo de rejeição envolvido e o mecanismo imunológico predominante?
Rejeição aguda humoral com deposição de imunocomplexos glomerulares e infiltrado eosinofílico difuso.
Rejeição subclínica por linfócitos B de memória com ativação de células T reguladoras e ausência de manifestações inflamatórias.
Rejeição hiperaguda por aloanticorpos pré-formados contra endotélio vascular, com necrose hemorrágica imediata.
Rejeição aguda celular, mediada por linfócitos T CD8+ ativados contra antígenos do enxerto apresentados via MHC classe I.
Rejeição crônica por anticorpos anti-HLA tipo II, com proliferação de células musculares lisas e fibrose intersticial.