Pratique questões de medicina
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Uma menina de 5 anos é trazida ao ambulatório com quadro de tosse persistente, obstrução nasal e secreção nasal espessa há cerca de 12 dias. A mãe relata que os sintomas começaram como um resfriado comum, mas não houve melhora progressiva. Ao exame físico, observa-se respiração bucal, descarga posterior e roncos nasais audíveis. A ausculta pulmonar está normal. O médico suspeita de rinossinusite aguda bacteriana. Considerando as peculiaridades farmacológicas nessa faixa etária, opta por iniciar tratamento com antibiótico e corticosteroide nasal.
Sobre a abordagem farmacoterapêutica das rinossinusites em crianças, qual das alternativas a seguir está corretamente indicada, de acordo com os princípios de segurança e eficácia pediátricos?
O uso de corticosteroide sistêmico é preferencial nessa faixa etária, especialmente para acelerar a resolução dos sintomas respiratórios e evitar recorrência.
Descongestionantes tópicos são recomendados para alívio imediato dos sintomas, desde que utilizados por até 10 dias consecutivos.
A lavagem nasal com solução salina e o uso de corticosteroide nasal estão indicados, podendo-se associar antibiótico em casos com sintomas persistentes por mais de 10 dias.
O anti-histamínico de primeira geração é o fármaco de escolha em todas as formas de rinossinusite infantil, por promover sedação e redução da secreção.
O uso de macrolídeos por tempo prolongado deve ser iniciado assim que se suspeita de infecção bacteriana em crianças com sintomas leves a moderados.