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Uma gestante de 30 anos, G2P1, com 35 semanas de gestação, é admitida na emergência obstétrica devido a uma redução significativa dos movimentos fetais nas últimas 24 horas. Não há histórico de doenças prévias, mas a gestação atual é complicada por restrição de crescimento intrauterino (RCIU) diagnosticada na 28ª semana.
Ao exame físico, os batimentos cardíacos fetais estão na faixa de 110 bpm e a altura uterina está abaixo do percentil 10 para a idade gestacional. A cardiotocografia evidencia padrão não tranquilizador, com variabilidade reduzida.
A Dopplerfluxometria da artéria umbilical revela diástole reversa, enquanto a avaliação da artéria cerebral média mostra aumento do índice de pulsatilidade. O ducto venoso apresenta onda A ausente.
Com base na imagem fornecida abaixo, qual é a conduta mais apropriada para essa paciente?

Fonte: https://radiopaedia.org/articles/reversal-of-umbilical-arterial-end-diastolic-flow
Indução do parto vaginal, pois não há sinais claros de sofrimento fetal agudo.
Realização de plasmaférese materna para tentar reverter a insuficiência placentária.
Cesariana de emergência, pois os achados sugerem comprometimento fetal crítico com risco iminente de óbito.
Administração de corticoide para maturação pulmonar fetal e interrupção da gestação dentro de 48 horas.
Conduta expectante com monitorização diária do bem-estar fetal até a 37ª semana.