Pratique questões de medicina
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Uma adolescente de 16 anos, portadora de asma brônquica persistente grave, é acompanhada em ambulatório especializado devido a frequentes exacerbações, mesmo com o uso diário de broncodilatadores de curta e longa duração. A equipe médica revisa o histórico de adesão ao tratamento e confirma o uso correto do beta-2 agonista inalatório de longa ação (formoterol), mas nota que a paciente faz uso apenas eventual de budesonida por nebulização, especialmente durante crises. Durante a consulta, ela refere limitações para o uso contínuo do nebulizador, especialmente no ambiente escolar. A função pulmonar demonstrou VEF1 de 65% do previsto. Diante do cenário, o médico decide ajustar o esquema terapêutico com a introdução de uma nova apresentação da budesonida mais adequada à rotina da paciente.
Com base nesse caso e no perfil farmacotécnico da budesonida, qual das seguintes condutas representa a melhor alternativa terapêutica, respeitando o princípio da adesão ao tratamento contínuo e a farmacocinética do fármaco?
Substituir a budesonida nebulizada por comprimidos orais, devido à sua rápida absorção sistêmica e ação prolongada.
Iniciar budesonida subcutânea de liberação prolongada, indicada em casos de má adesão ao tratamento inalatório convencional.
Manter a budesonida por nebulização e associar ipratrópio inalatório para ampliar o efeito anti-inflamatório local.
Prescrever budesonida em formulação nasal, uma vez que apresenta maior absorção brônquica quando administrada em spray.
Introduzir a budesonida em formulação inalável pressurizada (DPI ou spray), preferencialmente em associação com formoterol, para uso contínuo domiciliar e fora de casa.