Pratique questões de medicina
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Um homem de 64 anos, hipertenso, ex-tabagista e com histórico de dislipidemia controlada, apresenta episódios recorrentes de dor torácica em aperto, precipitada por esforço físico moderado e aliviada com repouso. Após avaliação clínica e exames complementares, é diagnosticado com angina estável. O médico prescreve um regime farmacológico com beta-bloqueador seletivo e um nitrato de ação prolongada. Após quatro semanas, o paciente retorna relatando melhora parcial dos sintomas, mas com queixa de episódios de cefaleia intensa e tonteiras, principalmente ao se levantar rapidamente.
Considerando o mecanismo de ação e os efeitos adversos associados aos fármacos prescritos, qual dos seguintes ajustes terapêuticos seria mais apropriado para melhorar a adesão ao tratamento e otimizar o controle da angina?
Substituir o beta-bloqueador por uma dihidropiridina, como a amlodipina, para evitar bradicardia reflexa e reduzir a chance de hipotensão postural.
Manter o esquema atual, mas suspender temporariamente o nitrato de ação prolongada para evitar o desenvolvimento de tolerância e reduzir os efeitos colaterais.
Acrescentar sildenafil ao esquema terapêutico, promovendo vasodilatação adicional e controle mais eficaz dos episódios de dor torácica.
Interromper todos os vasodilatadores e prescrever inibidores da enzima conversora de angiotensina (iECA), que reduzem a pós-carga e são indicados como primeira linha para angina estável.
Substituir o nitrato de ação prolongada por um bloqueador dos canais de cálcio di-hidropiridínico, como o anlodipino, mantendo o beta-bloqueador.