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SANARFLIX - 2025
Um homem de 46 anos procura atendimento após episódios de tosse seca persistente e perda de peso progressiva nos últimos meses. Ele é tabagista leve, com histórico de cerca de 5 cigarros por dia há 10 anos, e trabalha em um ambiente urbano com exposição frequente à poluição atmosférica. A tomografia computadorizada de tórax mostra uma massa pulmonar sugestiva de neoplasia, e a biópsia confirma carcinoma pulmonar de células escamosas. Exames genéticos revelam que o paciente possui uma variante polimórfica do gene CYP1A1, que codifica uma enzima do citocromo P450.
Considerando os mecanismos de carcinogênese química, qual alternativa explica adequadamente a interação entre o hábito tabágico, o polimorfismo genético e o desenvolvimento da neoplasia nesse paciente?
O cigarro age como agente promotor direto da carcinogênese, sem necessidade de bioativação por enzimas hepáticas.
O gene CYP1A1 inibe a formação de adutos de DNA, reduzindo o risco de mutações em indivíduos tabagistas.
O cigarro contém carcinógenos indiretos que, ao serem metabolizados pela enzima CYP1A1 hiperfuncionante, geram intermediários reativos que danificam o DNA celular.
A variante polimórfica do gene CYP1A1 reduz a conversão de carcinógenos, diminuindo a susceptibilidade ao câncer de pulmão.
Indivíduos tabagistas com mutações em CYP1A1 apresentam menor risco de câncer, pois a enzima impede a ativação de hidrocarbonetos aromáticos.