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SANARFLIX - 2025
Recém-nascido de 38 semanas, mãe primigesta de 19 anos, parto vaginal. Ultrassonografia pré-natal mostrava alças intestinais livres no líquido amniótico, sem membrana envolvendo-as. Ao nascimento, observa-se defeito paraumbilical direito (~3 cm) com evisceração de alças edemaciadas, sem saco de cobertura; cordão umbilical íntegro e separado do defeito. RN eupneico, porém hipotérmico (T 35,8 °C), FC 160 bpm, glicemia capilar 54 mg/dL, sem outras malformações aparentes. Qual o diagnóstico mais provável e a conduta inicial correta no pronto atendimento?
Gastrosquise; cobrir vísceras com compressas estéreis úmidas em soro + saco plástico estéril até axilas, sonda orogástrica, reposição volêmica e antibiótico EV, com avaliação imediata da Cirurgia Pediátrica para silo/fechamento conforme tolerância.
Onfalocele; priorizar ecocardiograma e investigação cromossômica, mantendo conduta expectante e correção eletiva em 48–72 h, sem antibiótico.
Gastrosquise; realizar fechamento cutâneo imediato no pronto-socorro, sem sonda orogástrica, e iniciar dieta após 24 h.
Onfalocele; laquear o cordão rente ao anel, retirar o saco e proceder redução forçada para fechamento primário, sem antibiótico.