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UFMA - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PRESIDENTE DUTRA - 2021
Paciente com história de colecistectomia videolaparoscópica realizada há 3 meses devido à colelitíase sintomática, refere que há uma semana passou a apresentar dor epigástrica com irradiação para o dorso em barra, colúria, seguida de icterícia, sem febre ou calafrios. Com a hipótese diagnóstica de coledocolitíase residual, foi submetido à colangiorressonância que evidenciou a presença de dilatação das vias biliares intra e extra-hepática, com diâmetro transverso máximo de 11 mm do colédoco, presença de dois cálculos em colédoco distal (4 e 6 mm), ausência de alterações compatíveis com doença cística ou neoplasias de vias biliares. Em relação ao manejo recomendável num centro especializado de tratamento de doenças hepatobileopancreáticas para esse caso, assinale a alternativa CORRETA:
Derivação coledocoduonenal devido ao grau de dilatação das vias biliares e tamanho dos cálculos que contraindicam a abordagem endoscópica.
Ressecção da árvore biliar extra-hepática com reconstrução hepaticojejunal em Y de Roux.
Colangiopancreatografia endoscópica retrógrada (CPRE com coledocolitotomia endoscópica.
Derivação coledocojejunal em Y Roux devido ao grau de dilatação das vias biliares e tamanho dos cálculos que contraindicam o tratamento endoscópico, bem como, prevenção da síndrome do coto do colédoco distal associada à derivação coledocoduodenal.