Dica do autor: A Classificação de Brodsky é utilizada para graduar a hipertrofia amigdalar com base na proporção da orofaringe ocupada pelas amígdalas. Na imagem, observa-se que as amígdalas permanecem inteiramente dentro dos pilares amigdalianos, sem ultrapassá-los, o que corresponde ao grau 1. Nessa situação, o tecido linfóide geralmente é assintomático, sem impacto relevante na via aérea e sem correlação significativa com distúrbios respiratórios do sono. A classificação é fundamental para indicar o acompanhamento clínico ou a necessidade de intervenção cirúrgica em casos mais avançados.

Fonte: Acervo Sanar.
Alternativa A: CORRETA. Grau 1: amígdalas restritas aos pilares, sem repercussão clínica significativa.
Alternativa B: INCORRETA. O grau 2 envolve amígdalas que ultrapassam levemente os pilares, o que não é o caso na imagem.
Alternativa C: INCORRETA. O grau 3 é caracterizado por amígdalas ocupando de 50 a 75% da orofaringe, com risco maior de apneia.
Alternativa D: INCORRETA. O grau 4 é definido por amígdalas que se tocam na linha média, causando obstrução quase total.
Alternativa E: INCORRETA. Grau 0 indica ausência de tecido amigdaliano, como após amigdalectomia.
Resposta: Alternativa A
Referências:
- BRODSKY, Lynne. Modern assessment of tonsils and adenoids. Pediatric Clinics of North America, v. 46, n. 4, p. 795-807, 1999.
- KLIEGMAN, Robert M. et al. Nelson: Tratado de Pediatria. 21. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2020.
- MARCDANTE, Karen J.; KLIEMAN, Robert M. Nelson: Pediatria Essencial. 9. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2023.
