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USP - RP - HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA DE RP DA USP - 2011

Mulher, 52 anos de idade, menopausa aos 48 anos, assintomática, não usuária de medicações hormonais, IMC=26 kg/m2, comparece ao ambulatório trazendo ultrassonografia transvaginal com endométrio de 15 mm de espessura. O achado da histeroscopia diagnóstica está ilustrado na figura abaixo (ver imagem). A biópsia histeroscópica não mostra sinais de atipias. Considerando a lesão de 1,8 cm, a melhor conduta neste caso é:

2239 Original 1632775845.png

A

Manter a observação clínica em função da alta prevalência destas alterações em mulheres assintomáticas e ao baixo risco de lesões pré-malignas ou malignas;

B

Remover a lesão por curetagem para que se tenha também uma amostragem do endométrio adjacente pelo alto risco de lesões sincrônicas pré-malignas;

C

Investigar a presença de um tumor funcionante de ovário para explicar a atividade endometrial após a menopausa;

D

Remover a lesão por histeroscopia, pois este procedimento minimamente invasivo têm mínimos riscos e a possibilidade de malignidade é cerca de 3%.

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