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HOL - PA - HOSPITAL OFIR LOYOLA - 2012
Homem de 80 anos de idade se apresenta com bradicardia. Tem doença arterial coronariana e sofreu angioplastia com colocação de dois stent há dois meses, com restabelecimento bem-sucedido do fluxo sanguíneo. Não tem mais angina, mas está preocupado com sua frequência cardíaca baixa de 38 batimentos/minuto. Sua dose de atenolol foi reduzida de 50 mg/dia para 12,5 mg/dia, mas a bradicardia significativa persiste. A revisão de sistemas não é digna de nota. Ao exame físico, a frequência cardíaca é de 42 batimentos por minuto e regular, e a pressão sanguínea é de 150/92 mmHg. O exame de cabeça, olhos, ouvidos, nariz e garganta é normal para a idade, e o exame do pescoço não mostra bócio, sopros ou adenopatias. A ausculta do tórax é limpa e o exame cardíaco não revela sopros ou atritos. Estudos laboratoriais: TSH- 32 ?U/ml (normal, 0,5 a 5 ? U/ml). Qual das seguintes formas de terapia com hormônio tireoidiano deve ser iniciada neste paciente?
Levotiroxina, 75 µg/dia, pois o risco de coma mixedematoso é elevado; medir o TSH sérico em seis semanas.
Suspender o atenolol e aumentar a dose de levotiroxina para 25 µg/dia por duas semanas, aumentando a dose em passos de 12,5 µg/d a cada duas semanas até que uma dosagem de 150 µg seja atingida.
Levotiroxina, 25 µg/dia por duas semanas, aumentando a dosagem para 37,5 µg por mais duas semanas, e depois aumentando para 50 µg/dia; medir novamente o TSH sérico após seis semanas nessa dosagem.
Internar o paciente em leito monitorizado com aumento da levotiroxina para 50 µg/dia.