Pratique questões de medicina
Estude para o ENAMED, concursos e provas de título no Sanarmed.com, é grátis.
Oferecido por
Estude para o ENAMED, concursos e provas de título no Sanarmed.com, é grátis.
Oferecido por
SES - PE - SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE - PERNAMBUCO - 2026
Homem 24 anos, portador de esferocitose hereditária. Encaminhado ao ambulatório de cirurgia pela hematologista com indicação de esplenectomia. Ictérico e descorado, traz os seguintes exames laboratoriais: Hemoglobina 7,9 g/dl, bilirrubina total de 12.2 mg/dl, bilirrubina indireta de 11 mg/dl, Gama GT 47 U/l. USG de abdome total mostra esplenomegalia importante e colelitíase. Na consulta, o cirurgião identifica que o paciente é assintomático da doença biliar e solicita uma colangioressonância. Nessa situação, qual a conduta mais adequada?
Realizar a esplenectomia e a colecistectomia laparoscópica no mesmo momento cirúrgico.
É uma das poucas indicações de tratar a colelitíase com ác. ursadesoxicólico.
Como o paciente é assintomático, não devemos realizar a colecistectomia.
Realizar a colecistectomia 1-2 meses após a esplenectomia, com o paciente sem anemia e anictérico.
De acordo com os critérios de Tokyo, esse paciente tem já indicação de CPER no préoperatório, independente da ressonância.