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Gestante de 31 semanas + 5 dias, G2P1, sem hipertensão, refere redução de movimentos fetais nas últimas 24 h. Altura uterina 26 cm. US obstétrica: feto único, peso estimado no p3, líquido amniótico limítrofe (ILA 6,0 cm). Doppler: artéria umbilical (AU) com fluxo diastólico ausente, ACM vasodilatada e ducto venoso (DV) normal; CTG reativo. De acordo com o Manual de Gestação de Alto Risco (MS, 2022), qual a conduta mais apropriada?
Iniciar tocolítico para prolongar a gestação; adiar corticoide pelo risco infeccioso; acompanhamento ambulatorial e interrupção apenas se DV apresentar onda “a” reversa.
Internar e realizar vigilância intensiva ; manter gestação enquanto DV e CTG estáveis, programando interrupção por volta de 34 semanas ou antes se houver piora; considerar sulfato de magnésio se parto iminente <32 semanas.
Internar em centro terciário, fazer corticoide e interromper imediatamente por cesariana devido à diástole ausente na AU, independentemente do DV e da CTG.
Alta com contagem de movimentos fetais e Doppler/CTG semanais, planejando interrupção eletiva com 37–38 semanas se mantiver estabilidade.