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Durante o acompanhamento pré-natal de rotina, uma gestante de 12 semanas é submetida ao teste rápido para sorologia do grupo TORCH. O exame revela positividade isolada para anticorpos IgG contra Toxoplasma gondii, enquanto os demais marcadores estão negativos. A paciente refere não ter sintomas atuais, nega doenças prévias conhecidas e relata ter animais domésticos em casa. A imagem a seguir corresponde ao resultado laboratorial obtido:

Fonte: Ajay Kumar Chaurasiya/Wikimedia.org (adaptado)
Considerando o cenário apresentado, qual deve ser a conduta mais apropriada com base nas diretrizes atuais para o rastreio da toxoplasmose gestacional?
Iniciar imediatamente espiramicina e repetir sorologia completa em duas semanas, pois o risco de transmissão congênita é elevado no primeiro trimestre.
Realizar sorologia quantitativa para IgG e teste de avidez, com o objetivo de avaliar se a infecção é antiga ou recente, antes de qualquer intervenção terapêutica.
Confirmar a positividade com PCR para DNA do parasito no líquido amniótico, pois esse é o padrão-ouro para diagnosticar infecção materna ativa.
Repetir o teste rápido com outro kit comercial, pois a positividade isolada para IgG não é suficiente para excluir risco fetal.
Realizar imediatamente testes para IgM e iniciar sulfadiazina, pirimetamina e ácido folínico, pois esse é o tratamento de escolha para qualquer gestante com IgG positivo.