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Com base na imagem abaixo, que ilustra a relação entre a próstata, a bexiga urinária e o reto, qual das alternativas a seguir descreve corretamente a utilidade e os desafios clínicos do exame digital retal na avaliação da próstata?

Fonte: By Unknown author, derivative work by Redlinux - Derivative work of Digital rectal exam nci-vol-7136-300.jpg, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=12972071.
O exame digital retal (EDR) é eficaz para palpar a zona de transição da próstata, sendo a principal área afetada pela hiperplasia prostática benigna (HPB), e permite a detecção precoce de adenomas prostáticos, mas não é útil na identificação de neoplasias malignas.
O exame digital retal é realizado para palpação da zona periférica da próstata, que é a região mais suscetível ao câncer de próstata, permitindo a detecção precoce de nódulos malignos, mas é limitado por variações anatômicas e pela dificuldade de acessar as porções posteriores da glândula.
O exame digital retal é uma técnica ideal para avaliação da zona central da próstata, a qual contém os ductos ejaculatórios e é frequentemente acometida por neoplasias malignas, sendo eficaz no diagnóstico precoce de câncer, especialmente nas regiões mais anteriores da glândula.
Durante o exame digital retal, a palpação da próstata permite a identificação de tumores na zona anterior da glândula, que é a mais afetada por cânceres prostáticos, devido à sua maior densidade de glândulas. No entanto, a palpação é ineficaz para detectar alterações benignas como a HPB.
O exame digital retal é eficaz para detectar alterações malignas na zona anterior da próstata, onde se localizam os maiores nódulos tumorais, mas sua utilidade é limitada para detectar alterações benignas, como cálculos prostáticos ou infecções crônicas.