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SES - GO - SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DE GOIÁS - 2020

A urofluxometria é recomendada para uma investigação especializada ou é necessária antes do tratamento invasivo da hiperplasia prostática benigna e/ou obstrução intravesical. A urofluxometria envolve o registro eletrônico da taxa de fluxo urinário ao longo do curso da micção. É um exame urodinâmico comum e não invasivo. Os resultados da urofluxometria não são específicos para as causas dos sintomas. Por exemplo, uma taxa de fluxo anormalmente baixa pode ser causada por uma obstrução (por exemplo, hiperplasia prostática benigna, estenose uretral, estenose meatal) ou por hipocontratilidade do detrusor. Na avaliação de paciente com sintomas do trato urinário inferior por urofluxometria,

A

a taxa de pico fluxo identifica mais especificamente os pacientes com obstrução intravesical do que a taxa de fluxo média. As taxas de fluxos não têm boa acurácia se o volume avaliado for inferior de 125 a 150 mL.

B

o registro da taxa de fluxo é o melhor teste urodinâmico não invasivo para detectar obstrução do trato urinário inferior. As evidências atuais são suficientes para recomendar valor de corte para adequar a terapia.

C

a taxa de pico de fluxo diminui com o avanço da idade e com o aumento do volume urinado. Atualmente, é recomendada correção da taxa de pico de fluxo de acordo com a idade e com o volume urinado.

D

a taxa de pico de fluxo inferior a 15 mL/s não diferencia obstrução intravesical de descompensação da bexiga (ou hipoatividade do detrusor). Embora exista uma incerteza considerável, os pacientes com uma taxa de pico de fluxo maior que 10 mL/s parecem ter piores resultados de tratamento após a prostatectomia do que os pacientes com uma taxa de pico de fluxo menor que 10 mL/s

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