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A imagem de ultrassonografia mostra uma gestação com aproximadamente 21 semanas, evidenciando alteração na coluna lombossacra fetal compatível com defeito do tubo neural. Considerando o diagnóstico pré-natal dos defeitos congênitos da medula espinhal, qual alternativa descreve corretamente os métodos mais indicados e sua importância? 
Fonte: Wolfgang Moroder, CC BY-SA 3.0 <https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0>, via Wikimedia Commons
O diagnóstico deve ser realizado exclusivamente após o nascimento por exame físico e ressonância magnética neonatal, pois a ultrassonografia não tem sensibilidade para detectar defeitos do tubo neural intraútero.
A ultrassonografia no segundo trimestre associada à dosagem materna de alfafetoproteína e, em casos selecionados, à ressonância magnética fetal permite o diagnóstico precoce de defeitos como espinha bífida, possibilitando o planejamento terapêutico e a prevenção de complicações pós-natais.
Apenas a ressonância magnética fetal é capaz de identificar alterações na medula espinhal antes do parto, sendo a ultrassonografia e a alfafetoproteína exames de baixa relevância clínica.
A dosagem de alfafetoproteína isoladamente é suficiente para confirmar o diagnóstico de mielomeningocele, dispensando exames de imagem.
A ultrassonografia é útil apenas no primeiro trimestre e perde aplicabilidade no segundo trimestre devido à ossificação dos arcos neurais.