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Durante uma visita hospitalar, um paciente com diabetes mellitus tipo 1 relata episódios recorrentes de hipoglicemia nas madrugadas e hiperglicemia matinal. Ele faz uso de insulina NPH às 22h e insulina regular antes das refeições. O residente, ao revisar o caso com base no gráfico farmacocinético das insulinas a seguir, considera ajustar o tipo de insulina basal para melhorar o controle glicêmico noturno.

Fonte: By Insulin_short-intermediate-long_acting.svg: *Insulin_short-intermediate-long_acting.png: Anne Peters, MDderivative work: M•Komorniczak -talk-derivative work: M•Komorniczak -talk- - Insulin_short-intermediate-long_acting.svg, CC BY 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=12089151.
Com base na imagem e nos perfis farmacológicos apresentados, qual alternativa melhor justifica o uso da insulina glargina como substituta da NPH nesse contexto?
A glargina possui início de ação mais rápido que a NPH, sendo ideal para corrigir picos glicêmicos pós-prandiais noturnos.
A glargina apresenta pico acentuado entre 6 e 8 horas, o que reduz o risco de hipoglicemia por proporcionar controle glicêmico apenas em jejum.
A insulina glargina tem duração mais curta que a NPH, permitindo maior flexibilidade de dose durante o dia.
A glargina possui um efeito bifásico, com dois picos distintos, ideal para pacientes com resistência insulínica noturna.
A glargina apresenta ação prolongada, sem pico significativo, o que reduz o risco de hipoglicemia noturna associado ao pico intermediário da NPH.