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Uma paciente de 38 anos procura atendimento médico com queixa de fadiga progressiva, febre baixa e dor musculoesquelética difusa, que dura há aproximadamente três semanas. Ela relata também episódios de diarreia intermitente, sem presença de sangue ou muco nas fezes. No exame físico, há sinais de linfadenopatia generalizada, hepatoesplenomegalia discreta e erupção cutânea não pruriginosa no tronco. A paciente tem histórico de hipotireoidismo controlado com levotiroxina e não tem histórico de viagens recentes ou exposição a fatores de risco infecciosos. Exames laboratoriais revelam leucocitose com linfocitose, elevação das transaminases hepáticas, e teste positivo para anticorpos antinucleares (ANA) e anti-DNA de dupla hélice. Dada a apresentação clínica incomum, qual seria a abordagem diagnóstica e terapêutica mais adequada?

A

Iniciar tratamento com corticoides de alta dose para controle imediato da inflamação, presumindo que se trata de uma doença autoimune como o lúpus eritematoso sistêmico (LES).

B

Iniciar tratamento antibiótico empírico para uma possível infecção viral ou bacteriana, enquanto aguarda os resultados dos exames complementares.

C

Solicitar biópsia de linfonodo para confirmar a presença de linfoma, pois a linfadenopatia generalizada é um achado sugestivo de malignidade.

D

Solicitar exames adicionais de imagem (como tomografia computadorizada de tórax e abdômen) para avaliar possíveis envolvimentos orgânicos antes de confirmar o diagnóstico de doença autoimune.

E

Considerar um diagnóstico de síndrome da fadiga crônica, realizar um acompanhamento com terapia sintomática e reavaliar após 3 meses.

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