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Uma paciente de 31 anos, G3P2, com 25 semanas de gestação, comparece à consulta de pré-natal. Seu histórico obstétrico revela uma cesariana anterior devido à macrossomia fetal. Não apresenta comorbidades conhecidas, mas tem história familiar de diabetes mellitus tipo 2 em sua mãe. Durante o acompanhamento, foi realizada a glicemia de jejum no primeiro trimestre, com resultado de 89 mg/dL. No exame atual, a altura uterina está adequada para a idade gestacional, e a paciente nega sintomas como poliúria, polidipsia ou fadiga excessiva. O obstetra solicita o Teste Oral de Tolerância à Glicose (TOTG) com 75g de glicose, cujos resultados são: Jejum: 91 mg/dL; 1 hora: 186 mg/dL; 2 horas: 151 mg/dL; Com base nesse caso, qual das alternativas abaixo representa a conduta correta para o rastreio e diagnóstico de diabetes gestacional?

A

Repetir a glicemia de jejum em uma semana, pois os valores atuais são inconclusivos para o diagnóstico de diabetes gestacional.

B

Diagnosticar diabetes gestacional, pois o TOTG está alterado, e iniciar plano alimentar, monitorização glicêmica e orientação sobre atividade física.

C

Solicitar uma curva glicêmica com 100g de glicose, pois o TOTG com 75g não é suficiente para confirmar o diagnóstico neste caso.

D

Não se trata de um caso de diabetes gestacional, pois os valores do TOTG não atingem os critérios de diabetes mellitus pré-existente.

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