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Uma mulher de 49 anos, diagnosticada com obesidade mórbida (IMC: 41 kg/m²) e diabetes mellitus tipo 2, é encaminhada ao endocrinologista para avaliação de sintomas inespecíficos, incluindo cansaço persistente, fraqueza muscular proximal e episódios recorrentes de infecções respiratórias. Ela foi submetida a um bypass gástrico há 18 meses e faz suplementação esporádica de multivitamínicos. Os exames laboratoriais revelam: cálcio sérico de 8,9 mg/dL (8,5–10,5 mg/dL), fósforo sérico de 2,8 mg/dL (2,5–4,5 mg/dL), PTH de 90 pg/mL (10–65 pg/mL) e 25-hidroxivitamina D de 9 ng/mL (20–50 ng/mL). Além disso, a hemoglobina glicada é de 8,2% e a PCR ultrasensível encontra-se elevada. Com base nesse quadro clínico e nos dados laboratoriais, qual das seguintes opções representa a principal intervenção necessária para reduzir complicações extrasqueléticas associadas à hipovitaminose D?

A

Aumentar a dose de cálcio elementar para 2.000 mg/dia e reavaliar os níveis de vitamina D em 6 meses.

B

Realizar infusão intravenosa de vitamina D e cálcio devido ao risco de hipocalcemia severa.

C

Prescrever calcitriol (1,25-diidroxi-vitamina D) em dose baixa para correção de hipocalcemia e redução de complicações cardiovasculares.

D

Introduzir vitamina D3 em doses altas (50.000 UI semanalmente) por 8 semanas, seguido de dose de manutenção, e monitorar a PCR.

E

Manter o uso de multivitamínicos atuais e suplementar magnésio para melhorar a absorção de vitamina D.

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