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Uma gestante de 34 anos, G2P1, com 37 semanas de gestação gemelar dicoriônica, é admitida para indução do trabalho de parto devido à pré-eclâmpsia leve. A ultrassonografia realizada no momento da admissão mostra os dois fetos em apresentação cefálica e uma estimativa de peso fetal de 2700 g para o feto A e 2500 g para o feto B. A paciente está hemodinamicamente estável, sem sinais de sofrimento fetal. Após a avaliação cervical, o obstetra encontra um Bishop Score de 5 e decide induzir o trabalho de parto. Considerando os riscos e as particularidades da gestação gemelar, qual seria a melhor abordagem para indução e manejo do trabalho de parto?

A

Iniciar misoprostol para amadurecimento cervical, seguido de ocitocina em doses moderadas para garantir a progressão rápida do trabalho de parto.

B

Realizar amniotomia precoce para o feto A, seguida de administração de ocitocina, com monitoramento intermitente do bem-estar fetal.

C

Iniciar com métodos mecânicos, como o balão de Foley, para amadurecimento cervical, seguido de ocitocina em doses ajustadas e monitoramento contínuo dos dois fetos.

D

Induzir o trabalho de parto diretamente com altas doses de ocitocina, monitorando o feto A apenas, já que ele lidera o trabalho de parto.

E

Realizar cesariana eletiva devido ao alto risco de prolapso de cordão e distócia, que são comuns em gestações gemelares.

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