Pratique questões de medicina
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Um paciente diagnosticado com hanseníase dimorfa há 3 meses, em uso regular de poliquimioterapia (PQT), retorna ao ambulatório apresentando exacerbação de lesões cutâneas previamente existentes, agora mais eritematosas, edemaciadas e dolorosas, acompanhadas de parestesia em membros superiores. Ao exame físico, observa-se espessamento doloroso de nervo ulnar e agravamento da sensibilidade local. A baciloscopia permanece negativa.

Fonte: WHO, 2020.
Com base na imagem e nos achados clínicos, qual das alternativas caracteriza corretamente essa reação e sua fisiopatologia?
Reação hansênica tipo 2, mediada por imunocomplexos circulantes (hipersensibilidade tipo III), com nódulos subcutâneos disseminados.
Reação hansênica tipo 1, associada à exacerbação da resposta imune celular (Th1), com risco aumentado de neurite aguda e perda funcional.
Reação hansênica tipo 1, mediada por IgE, desencadeada pelo uso de rifampicina, sem risco de comprometimento neural.
Reação hansênica tipo 3, com envolvimento sistêmico grave e autoimunidade contra células de Schwann, exclusivas de pacientes virchowianos.
Reação hansênica tipo 2, caracterizada por liberação de histamina e eosinofilia, comum em formas paucibacilares.