Pratique questões de medicina
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Um paciente de 75 anos, com antecedente de hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus tipo 2 e insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFER), comparece à emergência relatando dispneia progressiva e fadiga há duas semanas. Ele nega dor torácica, síncope ou palpitações.
Ao exame físico, apresenta pressão arterial de 140/85 mmHg, frequência cardíaca de 72 bpm e estertores pulmonares bibasais discretos.

Considerando o quadro clínico e os achados eletrocardiográficos, qual das alternativas abaixo melhor explica por que o bloqueio de ramo esquerdo pode dificultar a identificação de um infarto agudo do miocárdio (IAM)?
O BRE impede a identificação da onda Q em todas as derivações, independentemente da localização do infarto.
O alargamento do QRS no BRE gera elevação falsa do segmento ST em V1-V2, confundindo com IAM de parede anterior.
A presença de BRE mascara qualquer alteração da repolarização ventricular, tornando o diagnóstico do IAM impossível.
O bloqueio de ramo esquerdo causa supra de ST inferior ao esperado para IAM, reduzindo a sensibilidade diagnóstica.
O BRE altera a sequência normal de ativação ventricular, podendo mascarar supra de ST e inversão de onda T no IAM.