Pratique questões de medicina
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Um paciente de 67 anos, com histórico de doença arterial periférica e acidente vascular cerebral prévio, é submetido a uma ultrassonografia Doppler das artérias carótidas para avaliação da progressão de uma estenose previamente identificada. Durante a realização do exame, o radiologista percebe que há uma variação significativa nos valores da velocidade do fluxo sanguíneo dependendo do ajuste do ângulo de insonação do transdutor.
Considerando o impacto do ângulo do Doppler na acurácia do exame, qual das afirmativas abaixo melhor descreve como erros na escolha do ângulo podem afetar a estimativa da velocidade do fluxo sanguíneo?
Um ângulo inferior a 30° reduz a margem de erro na medição da velocidade do fluxo e é o mais indicado para a avaliação de estenoses arteriais.
A utilização de um ângulo fixo de 75° para todas as medições evita erros na estimativa da velocidade e é recomendada para exames Doppler carotídeos.
O erro na estimativa da velocidade aumenta exponencialmente à medida que o ângulo de insonação se afasta de 60°, pois o cálculo da velocidade é inversamente proporcional ao cosseno do ângulo.
Ângulos próximos de 90° são ideais, pois garantem uma captação perpendicular do fluxo, eliminando interferências e proporcionando maior precisão na medição da velocidade.
Pequenas variações no ângulo não afetam significativamente a estimativa da velocidade do fluxo, desde que o transdutor esteja bem posicionado e o paciente permaneça imóvel.